Maldade
No instante em que descia a escada, sentiu seu corpo pender para frente, não havia onde se segurar…
No instante em que descia a escada, sentiu seu corpo pender para frente, não havia onde se segurar…
Um relacionamento de quase dez anos chega ao fim, mas não de repente: os dois escolhem treze meses para se despedir, agora falta só um. Entre recaídas, silêncios e memórias, a história revela a delicadeza de amar mesmo sabendo que o fim já está marcado.
Após decidir parar de fumar, Marcelo guarda a última bituca de cigarro como símbolo do fim de uma versão de si mesmo. Aos poucos, sua casa se transforma em um mausoléu emocional, cheio de objetos, mensagens e pequenas relíquias de amores, despedidas e futuros que nunca aconteceram. Entre paredes pintadas com esperança, janelas carregadas de memória e silêncios domésticos, ele percebe que não estava preservando lembranças — estava tentando impedir o luto. Em uma madrugada chuvosa, cercado por caixas de memórias mortas, Marcelo finalmente entende que sente saudade não apenas de alguém, mas do homem que ele era dentro daquela casa. Um conto melancólico e intimista sobre amor, memória, perda e a difícil arte de deixar o vento entrar novamente.
— Oxente… — murmurou. O primeiro sinal foi o silêncio das cigarras. Aqui no sertão, silêncio demais nunca é coisa boa. O mundo pode rachar, faltar água, morrer gado, cair governo, mas sempre sobra uma cigarra cantando na quentura da tarde, como se o sol fosse eterno. Quando elas calaram, seu Antero levantou os olhos … Ler mais
Ele não sabia que carregava o futuro no peito — apenas sentia o peso. Na aldeia cercada por mata fechada e rios que falavam baixo à noite, diziam que aquele homem tinha um olhar atravessado pelo tempo. Não era velho, mas também não era jovem. Havia nele um tipo de silêncio que não se aprende: … Ler mais
Uma edição especial que conecta dois momentos do autor separados por 17 anos, explorando como a visão sobre o sobrenatural evoluiu do mistério externo à reflexão psicológica e filosófica.
Uma análise sensível e inquietante da música “A Flor”, do Los Hermanos, explorando as camadas emocionais por trás de um amor que nasce de um mal-entendido. Entre idealizações, silêncio e carência afetiva, o texto revisita a canção com um olhar mais maduro e crítico.
Uma leitura filosófica do clássico de Dale Carnegie, refletindo sobre ego, identidade e relações humanas no mundo digital.
Tem gente que acorda e já toma um café amargo de ranço, pronto para espalhar negatividade. Mas você não precisa entrar no jogo deles! Com um pouco de sagacidade, dá para desarmar qualquer pessoa maldosa sem perder a calma – e ainda sair por cima com classe. Aqui estão 10 frases certeiras para se defender … Ler mais