ETIQUETA À MESA
Curiosidade histórica: Embora o refinamento à mesa tenha ganhado força na França, do século XVI, com Catarina de Médici, a configuração complexa que utilizamos hoje consolidou-se, principalmente, no século XIX.
Curiosidade histórica: Embora o refinamento à mesa tenha ganhado força na França, do século XVI, com Catarina de Médici, a configuração complexa que utilizamos hoje consolidou-se, principalmente, no século XIX.
Sobre música, sobre mim, sobre ser. Dias atrás encontrei uma fotografia da minha infância. O filme sofreu um erro na revelação e registrou duas versões de mim na mesma imagem. Uma parecia feita de luz. A outra, mais discreta, quase escondida. Passei alguns minutos olhando aquela fotografia e tive a estranha sensação de que ela
Nenhum de Nós é estranho: quando descobri que não estava sozinho Read More »
Descobrimos desde cedo que pedir ajuda é sinal de fraqueza. Mas talvez o maior ato de coragem seja justamente admitir que não conseguimos enfrentar tudo sozinhos. Entre Ravena, Dhalsim e as próprias cicatrizes da vida, este texto fala sobre ansiedade, depressão, vícios e a força que existe em dizer: “Eu não estou bem.”
O Superpoder Mais Difícil: Diga: “Eu Preciso de Ajuda” Read More »
Sempre que alguém pergunta qual é a melhor letra da Legião Urbana, surgem os clássicos de sempre. “Faroeste Caboclo”. “Tempo Perdido”. “Índios”. “Pais e Filhos”. Eu normalmente respondo diferente. Digo “Metal Contra as nuvens”, “Giz”, Andrea Doria”, “A Fonte” ou “Acrilic On Canvas”. Não porque sejam a melhorer. Isso seria impossível afirmar quando se fala
Acrilic On Canvas: o quadro que pintamos para sobreviver ao passado Read More »
Depois de vinte anos longe, um homem retorna ao Jardim Thelma para morar novamente na casa dos pais. O bairro continua no mesmo lugar, mas parece uma versão alternativa de si mesmo: a antiga barbearia virou mercado, o bar virou igreja, a quadra virou escola e a banca de gibis onde comprava histórias do Superman desapareceu.
Entre memórias, estranhas coincidências e moradores que parecem carregar lembranças de outras vidas, ele descobre que o bairro se tornou uma espécie de zona de sobrevivência temporal, onde pessoas ficaram presas entre aquilo que foram e aquilo que se tornaram.
Uma história sobre nostalgia, identidade, envelhecimento e o estranho sentimento de voltar para casa e perceber que o lugar mudou menos do que você.
Jardim Thelma 2046: O Bairro dos passados esquecidos Read More »
Por uma janelaviu o mundo.Vidro rachado.Coração partido.O mundo? Um caos.Quebrar a janela?!Não era heróitampouco corajoso.… um sentimento…Pular a janela!?Com que forçasse era fraco?Com que pernasse tremiam?Com que mãosse hesitavam?… dor.A imagem no vidroera o reflexode uma lágrima partida.
— Você sabe que estava certo.
— Claro, eu sei.
— Mas conseguiu transformar razão em arrogância.
— Só falei a real.
— Nem toda verdade precisa entrar numa sala usando coturnos.
— Aprendi com ela.
O Santo e o Canalha Read More »
Nasci de porcelana branca, lisa como uma lua recém-polida, com uma fina borda prateada desenhando meu contorno. Passei meses em uma vitrine iluminada antes de ser comprado para um salão de eventos que recebia homens de gravatas caras e mulheres que falavam de investimentos enquanto seguravam taças delicadas.
Não é exatamente um conto sobre um fim de relacionamento. É um conto sobre a morte silenciosa de uma linha do tempo inteira.