Podcast Comentado – Ponto G

Mulher Maravilha aquarela podcast ponto g

Cachorro Solitário comenta – Podcast

Neste mês de março, nada melhor que divulgar trabalhos de excelência feitos por mulheres. Dessa vez o assunto é Podcast.

Na primeira edição do Podcast Comentado, Diogo Scooby apresenta o Ponto G, falando sobre suas características e nos dando um gostinho com trechos de dois programas.

Atenção:

Não se esqueça de assinar o canal no YouTube pra não perder as próximas edições 😉 

—-
Apresentação e edição: Diogo Scooby

Produção: Eduardo Leandro

—-

 
 

Liberdade (ou quem foi Martha Washington?)

HQ Liberdade de Frank Miller

Martha Washington.

Mulher, pobre, negra, segregada, inteligente, forte, batalhadora, talentosa… Estes adjetivos serviriam para muitas mulheres que já conheci durante a vida, e ajudam a responder o questionamento acima.

Frank Miller (roteiro) e Dave Gibbons (desenhos) entregam em 1990 a HQ Liberdade, apresentando Martha Washington que, nascida sob um governo segregador, consegue, contra todas as estatísticas, crescer forte e se juntar às forças armadas. 

Em um mundo onde os pobres são separados por muros e grades, Martha se destaca em uma instituição extremamente machista, quebra barreiras, muitas vezes usando de extrema violência para sobreviver e vencer em tempos de guerra e paz.

Hoje, temos Trump como “presidente do mundo”,  megacorporações sempre manipulando para nos manter escravos com ilusões de escolha, vivendo em uma liberdade fictícia.
 
Diante de performances de políticos, manipulações midiáticas e guerras com interesses econômicos, contemplamos esta obra-prima de ficção científica da nona arte.

Vivemos em um mundo semivirtual onde o Twitter dita tendências, youtubers são celebridades e críticos de Facebook acreditam mandar na política, mesmo tendo pouco ou nenhum efeito prático.

Achamos saber tudo quando somos tão imbecis quanto sempre, e poucos buscam o que importa: A Liberdade.

Saiba mais:

Liberdade – Um Olhar Feminino nos quadrinhos de ação:

Nosso Canal do Youtube está lançando uma série de vídeos sobre protagonistas femininas em HQs de ação.

Ao lançar um olhar sobre estas importantes personagens, procuramos trazer à tona questões atuais e relevantes.

Nesta edição, a arquiteta e urbanista Cláudia Bastos Coelho apresenta o primeiro arco da personagem, LIBERDADE.  


Recomendação:

Onde está Martha Washington?

Obs.: Foram 6 histórias publicadas sobre Martha, mais o encadernado The Life and Times of Martha Washington in the Twenty-First Century, ainda sem publicação no Brasil (Olá, editoras!)

La Lunna – A mulher como mercadoria

Desde a infância, a mulher tem seu papel pré-determinado na sociedade. Somos educadas para sermos dóceis, sensíveis, delicadas e sempre na condição de submissas ao sexo masculino. Sempre foram nossas as funções da maternidade, do cuidado com os filhos e com a casa e a obediência ao marido. Enquanto que para o homem foram dadas as tarefas externas e a independência sexual permitida e estimulada.

A ditadura da beleza imposta pela sociedade burguesa reduz as mulheres a simples mercadorias, objetos de consumo.

.

Paralelo a isso, surge a supervalorização de um padrão estético, reduzindo a mulher a seu corpo. A ditadura da beleza imposta pela sociedade burguesa reduz as mulheres a simples mercadorias, objetos de consumo. Os meios de comunicação em geral exigem que a mulher tenha o mesmo estereótipo das grandes modelos, ou seja, cabelos lisos, um corpo malhado e bronzeado, o que não representa, de fato, a população brasileira.

.

A busca desenfreada para alcançar esse padrão de beleza estimula o consumo de produtos, favorecendo o lucro de clínicas de estética, academias, cosméticos, entre outros. Sem falar nos distúrbios alimentares como bulimia, anorexia e depressões, em geral causadas pela frustração de não alcançar a imagem ditada pela mídia.

A mercantilização do corpo da mulher é expressa de forma mais violenta no tráfico de mulheres, movimentando um mercado altamente lucrativo. Segundo a OIT – Organização Internacional do Trabalho –, o tráfico internacional de mulheres movimenta US$ 32 bilhões por ano e escraviza um milhão de mulheres para atividades sexuais, principalmente em países da Europa como Espanha, Holanda, Itália, Suíça, Alemanha e França1.

.

A imagem da mulher tratada como objeto sexual é tida como algo natural, estando sempre estampada em comerciais de carros do ano e garrafas de cerveja. Imagem inalcançável para a maioria das mulheres brasileiras, que mesmo não dispondo da renda necessária, gastam uma fortuna para atender ao padrão de beleza divulgado.

É necessário que haja um combate cotidiano a esses estereótipos, desmistificando a imagem da mulher como mulher sexual, valorizando a mulher como ela é, um ser que pensa e age sobre o mundo. Lembrando que as mulheres já conquistaram direitos nos espaços público e privado, índices mais altos de escolaridade e participação significativa no mercado de trabalho.

 

1 Fonte: OIT (Organização Internacional do Trabalho).

______________________________________

Dia dos Namorados (Solteiros) – Drops

 

É mesmo?

Mulher morde e arranca parte do pênis do companheiro na Costa Rica

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u579426.shtml

Olha essa notícia cara! Tenho medo!!!

E se a moda pega? Há uns anos atrás a mulherada cortou alguns pênis pelo mundo afora, e se umas loucas começarem a morder também? Você sabe que quando a mídia noticia algo, esse algo acaba se multiplicando, não sabe?

Por exemplo, quando noticiam algum caso de bebê abandonado no lixo, nas semanas seguintes acontecem vários casos semelhantes, isso é um fato!

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...