Introdução. O Restaurante no Fim do Universo

O Restaurante no Fim do Universo

Volume Dois da Série

Chegamos ao Volume Dois da Série d’O Guia do Mochileiro das Galáxias e agora que você já leu o primeiro livro [espero 🙂 ] posso dizer que os nomes das continuações, O Restaurante no Fim do Universo, A Vida, O Universo e Tudo Mais, Até Mais, e Obrigado pelos Peixes e Praticamente Inofensiva, aparecem todos no Volume Um da série (que termina com os personagens dizendo que estão com fome e vão dar uma passada no Restaurante no Fim do Universo), mas nunca de maneira forçada, tanto que só percebi isso quando peguei o Volume Dois para ler.

Na capa do Volume Dois temos ainda o céu/espaço estrelado como fundo e a frente vemos um sol, uma guitarra, uma colher, um garfo e uma cabeça de vaca (ou boi), que logo encontraremos no Restaurante do Fim do Universo.

Sim, até o sol de certa forma encontraremos no Restaurante, mas, para não dar spoiler, vou deixar que descubram o porquê na leitura de vocês. 😉

Volume Dois da Série

Continuando

A primeira coisa que notei é que o ritmo da história está um pouco diferente, apesar de os capítulos ainda serem curtos, parecem um pouco mais longos, talvez porque aqui você fica boa parte do tempo sem saber o que realmente está acontecendo, assim como os personagens principais.

Isso também acontece algumas vezes no primeiro, mas lá, parece que só o Arthur está perdido, então, mesmo sem sabermos o que está realmente acontecendo não nos sentimos tão “perdidos” como nesse segundo. 

Ainda temos os “parênteses” do Guia do Mochileiro das Galáxias nos dando informações sobre planetas e lendas do Universo, mas aqui essa interrupção não parece tão natural quanto no primeiro.

É claro que as ironias e sátiras ao nosso mundo e modo de vida ainda estão lá, se encaixando perfeitamente na história e nos fazendo rir e pensar ao mesmo tempo, quando, por exemplo, nos é mostrada uma passagem do Guia com informações básicas sobre o Universo e diz que a população é zero, pois o Universo é tão imensamente vasto que os poucos mundos habitados não são suficientes para que sejam considerados nessas estatísticas…

Aí você pensa: “Somos mesmo menos do que um grãozinho de areia no Universo…” e então acho que começamos a não dar tanta importância a coisas que não são tão importantes…

Enfim…

Uma das partes que eu adorei nesse livro foi quando nos é descrito um pouco sobre o Manual das 1001 Formações de Tempos Gramaticais para Viajantes Espaço-Temporais. Como eu fiz Letras, nem preciso dizer o quanto ri lembrando dos livros e aulas de Gramática em que tudo aquilo parecia só ter lógica dentro de uma lógica interna maluca…

Mas não vou discorrer aqui sobre isso, deixemos esse tipo de discussão para um outro post, basta saberem que piadas com linguagem e “pensamento acadêmico” sempre me fazem rir…

Ah, lembram que eu comentei sobre a série de TV d’O Guia? Então, os episódios 5 e 6 se referem a acontecimentos que se passam no Volume Dois, e a série acaba no 6, ou seja, estou curiosa para saber o que vem por aí nos outros volumes da série.

Tentei não contar muitos detalhes, spoilers, desse livro, pois, assim como eu, acredito que ainda tenha gente por aí que não leu O Guia completo, mas se vocês leram e quiserem trocar ideias ou apenas conversar sobre os livros, podem me adicionar lá no Skoob ou podem entrar lá no grupo do Cachorro Solitário no Facebook ou curtir a página do blog ou deixe seu comentário aqui no blog, enfim, opções não faltam, fiquem à vontade: sintam-se em casa. 🙂

 

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Leio por curiosidade de descobrir o mundo. Escrevo para compartilhá-lo. Meus textos podem ser encontrados no Cachorro Solitário e no Cabruuum.