OS LARÁPIOS

Falar dos “desmandos” dos políticos já está ficando meio repetitivo, mas, dia desses, vi na internet uma frase que me chamou a atenção. Dizia ela:

Esses políticos larápios, corruptos e nepotistas, além de nos roubar, ainda nos fazem pagar vultosos salários aos seus “chegados”.

Pois é, o conceito dos políticos está tão baixo, que basta pronunciar essas palavras e a primeira coisa que vem à mente dos brasileiros é que tem político envolvido.

Claro! E não poderia ser diferente… Com tantos políticos “passando” a mão no nosso rico dinheirinho, você poderia pensar que essas expressões são verde e amarelas.

Nada disso! Embora por aqui elas tenham encontrado um lugar fértil, a questão é: de onde vêm esses termos?

Os historiadores contam que essas expressões vêm de longe, senão vejamos:

Começamos pela palavra larápio (ladrão, gatuno, pilantra).

Apesar de haver quem conteste, a maioria dos historiadores afirmam que essa palavra vem da Roma Antiga, onde um pretor (juiz) sempre dava ganho de causa para quem o favorecia com os melhores presentes.

Seu nome era Lucius Aulicus Rufilus Appius e assinava as suas injustas sentenças abreviadamente, assim: L. A. R. Appius, ou seja: Larapius.

Agora vamos falar de corrupção (corromper, deteriorar)

Infelizmente essa palavra é que está mais “em moda” neste infeliz país, mas, como as outras, vem de muito longe…

Os antigos romanos já empregavam o advérbio corrupte (corromper, arruinar).

No entanto, por aqui, a corrupção chegou a tal ponto que um estudo da Fiesp apontou o custo disso em aproximadamente dois por cento do PIB. A CNI publicou algo mais alarmante ainda: segundo ela, para cada um real desviado pela corrupção, para a nossa economia custa três reais.

Precisa falar mais?

Agora vamos falar do nepotismo (usar o poder em favor de parentes e amigos).

Por incrível que possa parecer, a palavra “nepotismo” vem do latim “nepos”, que quer dizer: neto ou descendente.

Embora o termo já estivesse sendo utilizado na Roma Antiga (sempre a Roma), ele “criou fama” na época da Renascença, quando os papas tinham grandes poderes e, é claro, “deitaram e rolaram”.

Pra se ter ideia, eles distribuíam cargos “à torta e à direita”, vendiam indulgências, tomavam propriedades dos “infiéis” e tantas outras “barbaridades”.

A coisa chegou a tal ponto que teve um papa que deu o barrete cardinalício a dois sobrinhos e outro nomeou um cardeal, “seu chegado”, com 14 anos de idade.

Nesse item, e por aqui na “terrinha”, a coisa começou no dia do descobrimento do Brasil e, pasmem, ficou muito bem documentado:

Pouca gente sabe ou prestou atenção, mas no final da carta de Caminha ele pede ao rei um emprego para um sobrinho.

Interessante notar que essa atitude do “gajo” acabou por criar outro termo famoso por aqui, ou seja: o pistolão, de “epistola” (carta), ou carta de apresentação.

Pois então, minha gente, para mim, como brasileiro, fica difícil e doloroso dizer isso, mas uma boa parcela dos nossos cidadãos e, principalmente, a maioria dos nossos políticos, não passam de larápios, corruptos e nepotistas.

_______________________

Uma história de amor na Proclamação da República

Proclamacao da republica detalhe

Recebi de um amigo a seguinte mensagem: “Você que gosta da história da Roma Antiga, saiba que o dia 15 de novembro não se comemora só a Proclamação da República do Brasil, mas também se comemora o dia da Deusa Etrusco-Romana Ferônia, que era a Deusa dos Bosques e Florestas. Pelo menos uma vez te ‘passei a perna’, duvido que você já soubesse disso!”

Então, para não “passar em branco” o desafio dele, escrevi-lhe o texto que vou transcrever abaixo:

“Meu caríssimo, desta vez você me deu uma ‘feroniada’. Confesso, eu nunca tinha visto nem ouvido falar da tal de Ferônia, mas e daí? Que importância isso tem? Já que você tocou no assunto da Proclamação da República, você sabia que uma história de amor foi decisiva para a programação da nossa República?

Não? Então eu vou lhe contar:

Acontece que, por volta de 1883, quando o Marechal Deodoro prestava serviços no Rio Grande do Sul, ele conheceu uma viúva muito bela chamada Maria Adelaide, a Baronesa do Triunfo, e por ela se apaixonou.

Só que ela preferiu o gaúcho Gaspar Silveira e uma rivalidade histórica foi criada entre o Marechal Deodoro e o seu rival.

Ambos seguiram seus caminhos, O Marechal, é claro, sem o seu amor, mas a referida rivalidade entre os dois ‘machos’ persistiu e, sempre que podiam, um ‘cutucava’ o outro, enfim, tornaram-se inimigos declarados.

Em 1889, na época da Proclamação, o Marechal Deodoro tinha a mais alta patente do Exército e, tinha também, muita influência e prestígio nos meios militares; e o Gaspar Silveira, por sua vez, era um influente político da Corte.

Quando os militares do quartel da Praça da Aclamação se amotinaram (na atual Praça da República, no Rio de Janeiro), os interessados na mudança do governo, ou seja: a Igreja Católica, os militares, os cafeicultores, os maçons, entre outros, todos descontentes com a Monarquia, por um motivo ou por outro, viram uma oportunidade de efetivar o golpe militar, mas, para tanto, eles precisavam do apoio do Marechal Deodoro.

O problema é que o Marechal era um monarquista e, até então, não se envolvera nessa questão. Os tais ‘interessados’ tinham que achar uma maneira de ele mudar de lado e viram em sua rivalidade com o Gaspar Silveira, a essa altura já notória e pública, uma forma disso se concretizar.

Então fizeram chegar aos ouvidos do Marechal uma informação de que seu ‘querido’ rival seria o próximo Presidente do Conselho de Ministros (praticamente quem governava), em substituição ao Visconde de Ouro Preto (outro ‘querido’ inimigo do Marechal), e o pior: Que já estava pronta a ordem de prisão dele.

O que de fato aconteceu?

Nunca se comprovou se essas informações que o Marechal recebeu eram verdadeiras ou não, mas o fato é que ela surtiu o efeito desejado pelos republicanos, pois o velho Marechal, mesmo doente, no dia 15/11/1889, montou em seu cavalo e foi até a Praça da Aclamação (onde estavam os amotinados) e, em um gesto teatral, ainda montado em seu cavalo, retirou o seu chapéu militar e gritou: Viva a República! (Esta cena ficaria imortalizada no quadro de Benedito Calixto).

"Proclamação da República" de Benedito Calixto - 1893

“Proclamação da República” (1893). Óleo sobre tela de Benedito Calixto (1853-1927). Acervo da Pinacoteca Municipal de São Paulo.

Outro fato interessante é que este gesto ficou conhecido na história como o da Proclamação da República, quando na verdade foi apenas uma demonstração da adesão do Marechal à causa republicana.

A Proclamação propriamente dita ocorreu no dia seguinte quando o Marechal assumiu a presidência do governo provisório. Provisório mesmo, porque seu primeiro ato foi determinar um referendo popular para que o povo aprovasse ou não, por meio de voto, a nova forma de governo.

E, mais interessante ainda, esse governo provisório ‘só’ durou 104 anos, porque somente em 1993 ocorreu o plebiscito referendando, definitivamente, essa forma de governo (este é o Brasil!).

Portanto, diante destes fatos, podemos dizer que o Marechal Deodoro foi mais ou menos ‘usado’ e impulsionado pelo seu coração apaixonado.

Você sabia disso, meu caro?”

Que a Paz esteja com todos,

Darci Men.

Eleições 2014 – Drops

Urna Eletrônica

Esse Drops é mais uma conversa, um desabafo, sobre minha pesquisa de candidatos a Deputado Estadual e Deputado Federal.

Pois bem, assistindo a alguns pedaços da propaganda eleitoral gratuita, cheguei à conclusão de que se eu quero votar consciente, de verdade, teria que pesquisar mais.

O meu “problema” começou porque eu realmente não queria votar nulo ou em branco ou apenas na legenda de algum partido.

Essa última opção até passou pela minha cabeça, porém, votando apenas num partido, por mais que eu compartilhe de suas ideologias, não significa que a pessoa que vai assumir o cargo (com a ajuda dos votos da legenda) seria uma pessoa em que eu votaria… enfim.

Pesquisa

Comecei pesquisando por candidatos que fossem da minha região ou cidade.

Pra isso usei o Eleições 2014 [fora do ar]. Nesse site, foi só isso que consegui fazer: saber a qual partido o(a) candidato(a) é ligado(a), número na eleição, cidade onde nasceu, etc. Ou seja, só informações “cadastrais”.

Mesmo com essas poucas informações, anotei o nome de alguns e os pesquisei no candidatofichalimpa.com [site fora do ar, passadas as eleições], que retira suas informações do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, por sua vez, tem informações mais completas sobre os candidatos.

Nessa segunda pesquisa risquei alguns nomes da minha lista. Então comecei a pesquisar pelos nomes que sobraram, e aí é que veio a minha decepção maior: pouquíssimos candidatos(as) divulgam suas propostas políticas.

Resultado

Tudo o que os(as) candidatos(as) divulgam são seus nomes e números da urna. . Um ou outro tem página no Facebook – e só com essas mesmas informações de nome e número – e um ou outro [2 dos 18 que sobraram da minha pesquisa] tinha uma página no site do partido onde esclareciam pelo menos os princípios que norteavam a sua atuação política.

                        Conclusão: estou nesse mato sem cachorro.

Não quero votar nos mesmos de sempre, porque não fizeram por merecer que eu repetisse meu voto neles. E os novos não se “mostram”: é quase como se eu tivesse que votar decidindo se “fui ou não com a cara” do(a) candidato(a).

E você, como pretende decidir seu voto?

P.S.: Ouça (ou leia) sobre a “polêmica” do voto nulo nessa edição do podcast Café Brasil.

_______________________________

O Reino do Faz de Conta

O Reino do Faz de Conta

Escrito por Darci Men
Disse certa vez um sábio: “Honestidade é dizer a verdade aos outros e integridade é dizer a verdade a si mesmo”.

O “mundo” do faz de conta como difusão cultural do entretenimento, tanto na área infanto-juvenil como para adultos, é de significativa importância para a nossa “fuga” do dia a dia e consequentemente para o nosso bem estar.

O problema é quando esse faz de conta se transporta para a realidade!

Pois é, nós brasileiros temos em nossa realidade muitos faz de conta. Um verdadeiro “reino do faz de conta”. A coisa está tão “aculturada” que a maioria dos brasileiros simplesmente pensa assim: Deixa para lá, Deus é Brasileiro, deixa como está para ver como fica.

Neste “reino”, o rei ainda é o Lula, por “baixo do pano”, mas ainda é. Os duques, arquiduques e “corriolas” afins, são os ministros, deputados e senadores da base aliada. Como todo reino que se prese tem intrigas palacianas, traições, engodos, toma lá da cá, é dando que se recebe e por aí vai.

Mas não é só na “corte” que se vê essa fantasia, senão vejamos:

O caso da política: Alardeiam que o Brasil é um país democrático e o seu povo suficientemente politizado para eleger diretamente desde o Presidente da República até o Vereador. No “reino” do faz de conta não é bem assim. Ora, a maioria do povo vota por impulso, no mais “simpático” e “falador” ou no “herói fajuto de plantão”, geralmente um sindicalista demagogo, pastor salvador de almas, atleta ou artista aposentado, um folclórico
índio não sei das “quantas” e até um simpático palhaço analfabeto. Se você sair por aí perguntando, a maioria não saberia dizer quem é o atual vice Presidente da República, nem tampouco em qual deputado ou vereador votou na última eleição. Isto é povo politizado para tamanha responsabilidade?

Teoricamente é o Presidente da República quem escolhe seus ministros e colaboradores diretos, portanto, também teoricamente, deveria saber e tornar-se responsável por tudo que eles fazem. No “reino” do Faz de conta nada disso vale! O caso “mensalão” explica tudo, não preciso dizer mais nada. Aliás, a respeito do “Rei” Lula, eu entendo que ele deveria figurar no famoso livro Guinnes de Recordes, pela sua “amnésia seletiva”. Será que já não o colocaramJustitia (Themis) lá? Se não o fizeram é uma tremenda injustiça!

A Justiça Eleitoral chegou a fazer propaganda que no Brasil político com ficha suja não pode exercer cargo público. Claro que no “reino” do faz de conta isso não acontece. Ora, basta examinar o nosso congresso.

O caso da Justiça Criminal e Civil não é diferente. A Justiça precisa ser integra e ágil para proteger o cidadão. Mas no “reino” do faz de conta rico e politico raramente pagam pelos  seus crimes. O bandido tem tantos privilégios que o cidadão honesto fica se perguntando se  não é melhor “mudar de lado”. A burocracia e a morosidade na justiça brasileira são tantas que o cidadão só recorre a ela em último caso. Pois é, faz de conta…

Na Economia o governo alardeia quase diariamente que a economia vai bem. Novamente temos um tremendo faz de conta, basta ver os indicativos econômicos: O Brasil está com a maior inflação dos últimos sete anos e não cresce como outros países em desenvolvimento. Nossos empresários perdem competitividade dia a dia com a economia globalizada, e o principal entrave é o “reino” do faz de conta: Ineficiência da infraestrutura, corrupção correndo solta e os aos altos custos de impostos para sustentar a inchada, burocrática, ineficiente e corrupta máquina estatal.

O último levantamento do IBGE sobre o cadastro de terras mostra como é esse “reino”. Constataram que os imóveis rurais cadastrados somam 9,1 milhões de quilômetros quadrados. Ora, o Brasil todo tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Como pode? Será que o Brasil invadiu terras estrangeiras ou já inventaram o “sobrado de terra”? Nada disso! É corrupção pura e simples deste fantástico “reino” do faz de conta. Acontece que os “grileiros”
invadem terras do estado ou reservas florestais e os legalizam com falsificações e subornos. O papel falsificado é colocado em uma caixa ou gaveta com grilos dentro e eles se incumbem de envelhecê-los para parecer autênticos. Os grilinhos dão umas mordidelas aqui e ali, um xixizinho acolá e pronto, o papel vai parecer que tem mais de um século. Daí o termo “grileiro”.

Por favor, não confunda com “posseiro”. Este, ao contrário do que indica o nome não quer dizer que tem a posse. No “reino”, o “posseiro” geralmente é um pobre coitado que invade um terreno para plantar seu “feijãozinho” para comer. A primeira coisa que ele faz é furar um poço para beber água. E daí o termo “posseiro”, de fazer poço e não de tomar posse.

É, faz de conta.

Na educação, no meu entender, a coisa é mais feia ainda, basta prestar atenção naquela propaganda governamental: “Educação, um direito do cidadão”. As Universidades públicas são para poucos, as particulares caras e de má qualidade. Na escola fundamental, que é importantíssima, os políticos constroem escolas apenas para dizer que construíram e com isso amealhar mais votos e suas preciosas comissões. Esquecem ou fingem esquecer a “estrutura” dessas escolas. O resultado é uma lástima, os professores são maus pagos, a qualidade do ensino idem. Quem pode e até aquele que não pode, paga escola particular. Que direito é Esse? É ou não é um faz de conta?

Poderia aqui citar outras áreas, como da saúde por exemplo. Mas nem preciso me estender. É tudo igual…

Mas repito, é só o governo que é responsável por isso? Claro que não! Afinal foi o povo “politizado” quem os elegeu e nosso povo tem o “Reino” que merece!

Outro faz de conta monumental é afirmar que o povo brasileiro é trabalhador. Como disse Arnaldo Jabor em sua crônica “O Brasileiro Merece”: “Mentira, a maioria do povo brasileiro é preguiçoso por excelência”. Infelizmente tenho que concordar com ele. No meu entender, trabalhador não tem só que trabalhar, mas também preocupar-se com seu trabalho, com a qualidade do que está fazendo e, principalmente, do fruto que esse trabalho vai render.

No “reino” a maioria não está nem aí. É só precisar de um tempo para ir ao médico e já falta o dia inteiro ou vários dias. Quantos vivem sem trabalhar? É bolsa disso, bolsa daquilo e por aí vai.

CarnivalOutro exemplo é o feriadão de Carnaval. Deveria ser um feriado para o povo participar da mais tradicional festa brasileira. Ora, sejamos honestos, a grande maioria não está nem aí para o carnaval, o que todos querem mesmo é o feriadão para passear, participar de eventos especiais, etc. Essa maioria não participa do carnaval, quando muito dão uma olhadela na televisão ou simplesmente procuram saber qual escola de samba ganhou.

Alguns “privilegiados” e até os “mortais” dão um jeitinho de prolongar esse feriadão. Os funcionários públicos, por exemplo, recorre ao chamado “ponto facultativo”, deveria chamar-se “ponto fecundativo”, parece que dá cria! Os políticos então, já emendam a semana toda e mais um pouco e tem ainda a ousadia de chamar isso de recesso parlamentar… Será que esses “trabalhadores” estão preocupados que o serviço público é uma m…? Que seus serviços estão atrasados anos a fio? Que isso prejudica toda a população? Claro que não! No “reino” do faz de conta é: Deixa para lá, Deus é Brasileiro…

Pois é caro leitor, se você é honesto e integro e não faz parte dessa maioria, parabéns, para os demais, melhor fazer de conta que este texto é uma peça de entretenimento ou que sou um lunático, estressado e pessimista alheio à sociedade e tudo que está escrito não é verdadeiro, apenas um… Faz de conta.

Que a paz esteja com todos.

————————

Cadeia de Eventos: Urgente! 1 – Desperdiçando o Sangue da Nação

Bandeira do Brasil com Sangue

 _

Bem-vindos à primeira edição do Cadeia de Eventos: Urgente!

Podcast especial onde relatamos um caso escabroso de descaso por parte de nossos governantes.

Cadeia de Eventos Urgente Sangue

 “MALDITO BANDO DE SANGUESSUGAS! CARRAPATOS! EU JÁ QUESTIONEI ESTES BANDIDOS, QUE DERROTARAM A SAÚDE BRASILEIRA!!!! E QUANTOS MORRERAM, NECESSITANDO DE SANGUE???? E O SANGUE ESTRAGANDO PELA INCOMPETÊNCIA PODRE E CORRUPTA DESTE BANDO DE PETRALHAS!!! ELES DEVEM SER RESPONSABILIZADOS CRIMINALMENTE! “

responsáveis

Essa não é uma edição normal do Cadeia de Eventos.

Alguns assuntos precisam do levantamento de vários aspectos para novos fatos serem apresentados de maneira coerente ao público.

É essa a proposta do Cadeia de Eventos: Urgente!, abordar assuntos que são apresentados de maneira superficial por outras mídias, mas que revelam grandes problemas nacionais, problemas que devem ser divulgados de uma maneira mais eficiente para o público.

Desta vez, Thiago “Serial101”  e Professor Pachidermo falam sobre um dos mais terríveis acontecimentos do Brasil: 55 mil litros de sangue doados estragando nos porões da corrupção.

Opine também sobre esse formato alternativo do programa e faça sugestões de outros assuntos que também merecem destaque em futuros Cadeia de Eventos: Urgente!, deixe seu comentário ou mande email para:

cadeia@cachorrosolitario.com

Abraço!

Links:

Como o Governo dixou estragar 55 mil bolsas de Sangue?

Felipe Neto é o intelectual mais influente do Brasil?

Podcast Cadeia de Eventos

votação_brasil

  _

Cadeia de Eventos: Urgente! 0 – Política antidrogas

drogas, cadeia, notícias, podcast

Bem-vindos à edição zero do Cadeia de Eventos: Urgente!

Esta não é uma edição normal do Cadeia de Eventos.

Alguns assuntos precisam do levantamento de vários aspectos para novos fatos serem apresentados de maneira coerente ao público.

É essa a proposta do Cadeia de Eventos: Urgente!, abordar assuntos que são apresentados de maneira superficial por outras mídias, mas que revelam grandes problemas nacionais, problemas que devem ser divulgados de uma maneira mais eficiente para o público.

Nesta primeira experiência com esse formato, Diogo Scooby e Professor Pachidermo falam sobre o auxílio-doença que viciados em drogas estão recebendo, quais as interferências disso na vida dos envolvidos e quais os interesses que podem estar motivando tal ação.

Todo o podcast girará em torno do mesmo assunto, com base em várias notícias sobre o assunto.

Muitas conclusões são apresentadas e, ainda assim, temos espaço para as suas conclusões e suas opiniões na seção de comentários dessa postagem.

Opine também sobre esse formato alternativo do programa e faça sugestões de outros assuntos que também mereçam destaque em futuros Cadeia de Eventos: Urgente! Deixe seu comentário.

Abraço!

————-

A Espiritualidade e a Sinuca

A espiritualidade e a sinuca

Filmaço que mostra uma ótima e civilizada partida de sinuca.

Aí se vê uma pitada de ironia divertida e peculiar que permeia todo o filme!

Passou na TV Cultura (@tvcultura) e curti demais, é um filme divertido, meio galhofa de propósito e que permite a gente pensar!!! Pra mim tá ótimo.

Não quero falar mais nada, só quero que se surpreenda com o filme “A Espiritualidade e a Sinuca”.

Abraço!

___

Dilma Facts: Top 10 + Bônus

Dilma Facts: Top 10 + Bônus

Estão rodando por aí diversos boatos sobre a Dilma, mas aqui, somente aqui, uma compilação de NOTÍCIAS IRREAIS colhidas pela internet, onde avaliamos até onde vai o poder de tal Mulher, mesmo que, como dizem os PSDBestas PSDBistas, ninguém conhece o passado dela: é culpada de diversos atos nefastos no decorrer da história, noticiados pelos maiores veículos de divulgação do PSDB da mídia mundial brasileira.
Abaixo os fatos:

1. Falha afirma que Dilma planeja a invasão aos Estados Unidos.

guerra-eua

2. Vejam: Dilma colocou remédio na água da Vanusa antes dela cantar o hino nacional.

vanusa bebada

3. Falha de São Paulo: Dilma tentou quebrar o sigilo da receita da Coca-Cola.

dilma-facts-coca

Continue Reading…

Senhores deputados!

Senhores deputados!

——————————————–

Diogo diz: 

Por mim o mundo dos humanos que se explodisse e que  só sobrasse o espaço.

P r i l i l i diz:

Não acho q vc seja assim não rs

Diogo diz:

Esse é o conflito… Sou uma boa pessoa, mas tenho alma de supervilão. Acabo em uma luta constante entre tentar evitar ser quem eu deveria.

—-

P r i l i l i   disse:

Princesa Leia então rs
Léa, sei lá

Diogo disse:

Aí sim! Apesar de revelar de vez sua nerdice é uma bela referência!

P r i l i l i   disse:

hahhaha não sou nerd!!

Diogo disse:

Taí linda, pra escolher bem o candidato:

Isso de ser nerd hoje em dia conta a favor.

P r i l i l i   disse:

conta? eita haah
mto bom o videoooo

Diogo disse:

Pra mim conta.

—————-



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...