Proteção aos animais

arcabrasil.org.br

“Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e, neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a humanidade.” Leonardo da Vinci

Dia Mundial dos Animais é celebrado no dia 4 de outubro, em homenagem ao nascimento de São Francisco de Assis. Porém, aqui no Brasil, no dia 14 de março, nós também temos o Dia Nacional dos Animais.

Como sugere a homenagem ao Santo, este dia não é apenas para animais domésticos, como cachorros e gatos, mas para toda a vida animal do planeta.

Um dos problemas que nossos irmãos animais, sejam eles domésticos ou silvestres, sofrem neste mundo são os maus-tratos. No Brasil há uma legislação específica para este crime que muitas vezes causa a morte do animal, porém, segundo dados da ARCA Brasil, apenas 10% dos casos são solucionados e/ou punidos.

No site desta instituição, você encontra ainda informações sobre esse tema e também orientações sobre como agir caso seja testemunha desse tipo de crime: Crimes contra animais: denunciar vale a pena!

Denuncie

O número do Disque Denúncia é o 181. E, caso seja necessário, em São Paulo, a Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente fica na Avenida São João, nº 1.247 – 7º andar. Os telefones são os (11) 3331-8969, (11) 3337-5746 e (11) 2996-2112.

 

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Passeata contra Cinomose – Pele

Passeata contra Cinomose - Pele - Cachorro Solitário

Vou confessar que eu não conhecia essa doença transmissível por via aérea  e  degenerativa chamada Cinomose.

“A  transmissão direta é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado por ele até um animal sadio.*”

A doença vai corrompendo a saúde do cachorro, primeiro os sistemas digestivos e respiratórios depois, o nervoso, vão se comprometendo até que o pobre cão não tenha mais controle sobre seu corpo, se tiver sorte morre logo de inanição ou de crise respiratória, se não, vai enlouquecendo até que suas pernas deixem de obedecer e talvez nem reconheça o próprio dono, não consiga mais se alimentar e assim vai lentamente definhando em um processo que pode durar de dias a meses, de acordo com a fortitude do cão.

O tratamento nem sempre funciona, já que depende muito da resposta do sistema imunológico canino.

Ainda bem que temos uma vacina e um grupo de empresas resolveu organizar uma passeata virtual contra essa enfermidade onde, a cada 50 pessoas que curtirem sua página no Facebook, uma vacina é doada.

Eu ja me cadastrei e criei  meu avatar, o Olim, você também pode fazer sua parte. Um cadastro rapidinho pra entrar na passeata e divulgar mais, ou apenas curtir já ajuda, além de comentar nesse post e divulgar a campanha.

Abraço meu e uma lambida do Olim!

Passeata Virtual para a Vacinação contra a Cinomose.

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*Fonte: http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/cinomose.htm 

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A festa de Barretos que ninguém vê

Pele

É bem claro pra mim que há alguns anos a cultura sertaneja se transformou em algo mais americanizado, nas músicas, vestimentas (que passaram a ter um caráter única e exclusivamente de moda, inclusive para imbecis que moram na cidade e sequer sabem montar num cavalo, que passam horas tentando falar como caipiras e imitando passos de dança que me dão uma vergonha alheia foda quando vejo).

Essas mudanças trouxeram mais profissionalismo aos eventos voltados a esse público. Os shows são super produções, as botas chegam a custar milhares de reais, em eventos cuja única vantagem que eu vejo são as calças apertadas das garotas que mostram suas curvas de uma maneira espetacular.

Consequentemente mais dinheiro acabou entrando nesse meio, muito dinheiro. As festas pelo país arrecadam milhões de reais e  a cada ano essa quantia aumenta.

O que esse imbecis que curtem essa modinha não percebem é algo que esse vídeo procura demonstrar:

São imagens fortes!

Agora… A gente reclama dos emos coloridos, quando o máximo que eles fazem é ofender nossos ouvidos e olhos. Agora o que esses covardes cowboys de merda fazem é muito pior, e ninguém fala NADA!

Pois eu falo. Quero que todos vocês morram empalados, seus filhos das putas.

Pronto, falei!!!

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Pele 04 – Diferenças sociais no mundo canino

Vídeo feito pelo Grupo Sociedade Alternativa formado por estudantes de jornalismo de Mogi das Cruzes – SP que fala sobre um problema bastante comum na nossa sociedade, que é a dos cães abandonados, e que também demonstra que podemos encontrar soluções. No final fica uma bela mensagem.

DIFERENÇAS SOCIAIS NO MUNDO CANINO

Visite o site do pessoal que criou esse vídeo, lá tem muitas informações interessantes:

Grupo Sociedade Canina.

Nós do Cachorro Solitário apoiamos toda e qualquer iniciativa que busca ajudar os animais. Se tiver alguma sugestão, por favor, nos escreva. Deixe um comentário, mande e-mail ou twitte.

Abraço!

Pele – A farsa do aquecimento global

Fiz uma pesquisa para uma blogagem coletiva e me deparei com uma série interessante de vídeos. Como esta é uma discussão democrática, achei interessante compartilhar um deles com vocês. Ele, no total é muito longo, mas se você se interessa por discussões científicas sobre os rumos do nosso planeta, eu recomendo que veja pelo menos uma parte.

Mesmo que eu seja boicotado na blogagem coletiva, não me importo, me importo sim, com a discussão, com as opiniões diversas, e este blog existe fundamentado no princípio da liberdade individual de opiniões. No final deste post está a minha, se não quiser ver os vídeos agora, pula pra lá e depois comenta!

A grande farsa do aquecimento global

Se há ou não aquecimento global – apesar de eu achar as teorias conspiratórias muito interessantes, recomendo a todos –, estou pouco me lixando! Cara, eu quero que a humanidade exploda! Acho que o máximo que a gente consegue fazer em escala global é extinguir algumas espécies, incluindo aí, nós mesmos, mas o MUNDO, o PLANETA, esse sim vai durar MUITO TEMPO ALÉM DE NÓS. Nós somos uma pequena parte do que forma o todo, e acho que superestimamos nossas capacidades. Não sou a favor da humanidade como está, acho que, se a gente eliminasse ao menos 40% de nós, o mundo seria um lugar muito melhor para os animais e para os que sobrarem, dependendo, é claro, de quem sobrar, porque os canalhas e desgraçados são partes da nossa condição humana, é o que nos faz ser. Eu torço pelo planeta. Exército dos 12 macacos já! Só assim podemos deixar o planeta seguir seu rumo naturalmente.

É isso.

Abraço!

http://www.blogactionday.org

Pele 02 – Rodeios

Quando falamos de maus tratos de animais, logo nos vêm à mente cenas de abandono, torturas, crueldades. E, normalmente, enxergamos isso como uma coisa distante, praticada por pessoas que não fazem parte do nosso convívio. Na realidade, muitas vezes os ditos “amantes da natureza e dos animais” estão cometendo, incentivando ou sendo coniventes com práticas que submetem os animais a diversos tipos de exploração, sem se dar conta de que, direta ou indiretamente, também são responsáveis pelo sofrimento imposto ao animal.

Uma destas práticas, que se alastrou pelo país, é o rodeio, também conhecido como “Festa do Peão”. A pergunta é: festa para quem? Que pessoa com um mínimo de bom senso consegue se divertir às custas de animais torturados? Sim, por que o que ocorre nos bastidores de tais “espetáculos” não passa de uma sessão de maus tratos, com o objetivo de transformar animais outrora mansos em criaturas assustadas, desesperadas, pulando e corcoveando numa arena, enquanto uma multidão ensandecida vai ao delírio…

Para conseguir tal façanha, os artifícios utilizados são diversos: o sedém, por exemplo, consiste em uma cinta de couro amarrada na virilha do animal, comprimindo seus órgãos, o que provoca dor, feridas, além do sofrimento psicológico. As esporas, acopladas nas botas dos peões, são utilizadas com o intuito de golpear e irritar o animal, deixando lesões no couro e até nos olhos. As peiteiras (cordas ou faixas amarradas fortemente ao redor do corpo do animal) possuem sinos pendurados, cujo som incessante causa sensação de pânico. Costuma-se deixar o animal sem comer por alguns dias, para que ele fique debilitado, além dos choques elétricos aplicados ainda no brete, pouco antes da entrada na arena.

É difícil aceitar que uma sociedade dita civilizada como a nossa ainda permita que esse tipo de “espetáculo” aconteça, e, pior, ainda seja capaz de rir, se divertir e pagar para assistir homens montados em cima de um animal faminto, ferido, torturado e visivelmente irritado, e ainda achar que isso é esporte! Acredito que a prática esportiva ocorre quando o homem desafia os limites do seu corpo, do seu raciocínio e não quando o desafio é um ser em condições claras de desvantagem. Quanto aos nossos “cowboys”, fica a certeza de sua incompetência física e moral, pois é fácil dominar um animal nessas condições, difícil é dominar a profunda ignorância que reina nesses “heróis”.  E eles ainda tiram o chapéu e rezam para Nossa Senhora Aparecida, intitulada protetora dos peões. Será que alguém perguntou se ela aceita abençoar esses covardes? Com certeza não…

Muitos frequentam rodeios para assistir aos shows de música, beber, paquerar, enfim, se divertir. Será que temos o direito de nos divertir dispondo da vida de outros seres dessa maneira? Cabe a consciência de cada um decidir se vale a pena fechar os olhos e incentivar uma prática arcaica e cruel, que nem faz parte da cultura do nosso país.

Maltratos nos rodeios:

Vídeo da ONG:

Projeto Esperança Animal.

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Autora convidada – Patricia Sanchez Peres ,  bióloga, vegetariana (mas não se considera melhor do que ninguém por isso), trabalha com fiscalização e educação ambiental.

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