Walcyr Carrasco, escritor

O Caçador de Palavras

Aproveitando o Dia do Leitor – que é hoje, 7/1 – vou falar um pouquinho sobre um dos meus livros favoritos da vida!

O livro é O Caçador de Palavras do Walcyr Carrasco.

[Sim, é ele mesmo, o cara que (também) escreve novelas]

Eu ganhei esse “livrinho” – que cabe na mão – quando comprei um minidicionário pra eu usar na escola. Eu tinha, mais ou menos, 8 anos de idade e estava na segunda série.

O Caçador de Palavras

Não que meus pais tenham “escolhido” me dar o livro de presente ou que eu o tenha pedido.

Na verdade, ele vinha como brinde na compra do Minidicionário Luft, mas, nessa história de colocar os cadernos e livros que não íamos usar mais naquela grade que fica embaixo da carteira, um dia eu acabei esquecendo o dicionário na escola e nunca mais o achei :'(

4ª capa do livro
4ª capa do livro

Aliás, foi assim também que eu perdi O Pequeno Príncipe e o Fernão Capelo Gaivota, que eram do meu pai.

Fiquei com medo dele não deixar mais eu pegar os livros da estante pra ler e, depois dessa terceira vez, finalmente parei de colocar os livros embaixo da carteira rs

Mas continuei lendo! 😀

Como dá pra perceber – e segundo relatos da minha mãe :p –, eu sou uma leitora voraz desde que aprendi a ler!

Eu lia muito e de tudo. Eu era (sou) apaixonada por palavras e quando comecei a ler O Caçador de Palavras me identifiquei na hora, já que o personagem principal, o Júlio, também se apaixona pelas palavras.

Esse é o prefácio do livro e, como vcs podem ver pelas marcas do tempo, o livro já tem uma certa idade... rs Ah, os grifos são meus, mas de uma leitura que fiz depois de adulta – eu sempre releio esse livro!
Esse é o prefácio do livro e, como vocês podem ver pelas marcas do tempo, o livro já tem uma certa idade rs Ah, os grifos são meus, mas de uma leitura que fiz depois de adulta – eu sempre releio esse livro!

No caso do Júlio, ele tem sua paixão despertada depois de passar uma noite inteira preso num cinema, lendo um dicionário – que estava sendo usado como calço e se tornou sua única distração na espera de que o cinema abrisse pela manhã para que ele pudesse sair…

[E, sim, depois de ler isso, eu comecei a ler o dicionário que tinha comprado, mas não passei da letra A…]

Sua paixão é tanta que ele decide fazer com que uma palavra – Ife, que significa “amor” – passe a ser usada pelas pessoas, e é por causa de uma palavra que ele vive situações e conhece pessoas incríveis e diferentes, assim, enquanto Júlio vive por causa de uma palavra, nós, leitores, vivemos pelas palavras as suas aventuras!

Um sonho de amor pelas palavras ;)
Um sonho de amor pelas palavras 😉

E aos leitores, boas leituras!

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Leio por curiosidade de descobrir o mundo. Escrevo para compartilhá-lo. Meus textos podem ser encontrados no Cachorro Solitário e no Cabruuum.