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Sobre o Barcos, o que eu acho:

Sobre o Barcos, o que eu acho, por Rodrigo Wenzel

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É um grande jogador, tem o faro do gol e se não fosse ele e o Assunção o Palmeiras tinha sido rebaixado antes do que foi. Não é ídolo, tinha potencial para ser, mas não é.

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Estava de muito “mimimi” desde o ano passado, nunca disse que ficava, sempre falando que só saia se viesse uma proposta boa para o Palmeiras, que não queria jogar série B, que se jogasse a série B não ia para a seleção argentina, sendo que ele só foi convocado para a seleção argentina porque jogou no Palmeiras e, se não fosse isso, ele jogaria pela seleção do Equador, pois estava em processo de naturalização e desistiu por causa dessa convocação. Ele não queria ficar.

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O Palmeiras não tem dinheiro, está quebrado, frutos das gestões de Belluzzo e Tirone. O Belluzzo, porque gastou mais do que podia para formar um bom time e o Tirone conseguiu piorar a situação gastando mais do que devia para formar um time que caiu para série B e queria fechar o caixão com a contratação de Riquelme, ainda bem que ele não veio.

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O Palmeiras não tinha dinheiro para pagar e manter o Barcos, não queria que ele saísse, mas foi necessário. A situação financeira do Palmeiras é complicada, a gente não se pode dar ao luxo de querer ter craques agora: é melhor 4 jogadores bons do que 1 ótimo no momento.

O foco é voltar para a série A e não Libertadores ou títulos. Antes de se ter o ótimo, temos que ter o bom e antes de ter o bom temos que ver o que é possível no momento. O trabalho do Nobre e do Brunoro é tirar o melhor possível no momento atual.

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O dinheiro recebido vai ajudar a quitar algumas dívidas do clube, desafogando, espero que paguem os salários atrasados do Henrique, se realmente estiverem atrasados, que é o maior nome do time no momento.

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A ideia da troca em si não é ruim, o Palmeiras precisa de elenco, perdemos muitas peças e não temos reposição.

Nos últimos dias, a diretoria trouxe 6 reforços e tem mais 4 para chegar do Grêmio, totalizando 10, nisso, perdemos Luan e Barcos. Ou seja, teremos 8 jogadores novos. Sinceramente, nunca vi nenhum deles em campo, não sei se são bons ou ruins.

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O que foi ruim na minha opinião foi o jeito que foi feito, fecharam o negócio sem fechar o que seria recebido. E poderiam vir mais jogadores em definitivo, não todos por empréstimo.

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Jogadores vem e vão, o amor pelo Palmeiras fica, torço para o Palmeiras, não por jogadores. Hoje, torço muito para o Márcio Gente Boa e nada para o Barcos.

Por Rodrigo Wenzel

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Fut Dog 2 – Corinthians x Palmeiras – Saiba tudo sobre o Clássico

Fut Dog

24 de Janeiro, o ano era 1915, um time fundado por imigrantes italianos, chamado Palestra Itália, entra em campo para a 1ª partida de sua história, com 5 jogadores emprestado pelo Corinthians (Fúlvio, Police, Bianco, Américo e Amílcar), o time palestrino venceu o Savóia por 2×0. O 1º gol marcado pelo Palestra foi marcado por Bianco, que depois da partida, jurou nunca mais vestir a camisa de outro clube que não fosse o Palestra Itália.

Talvez esse tenha sido o 1º contato entre Palmeiras e Corinthians, que sem sombra de dúvidas, se tornou um dos maiores clássicos mundiais, e é considerado por muitos, o maior clássico do Brasil. No ano passado, a CNN revelou os maiores clássicos do mundo e, Palmeiras x Corinthians, ficaram com a 9ª posição.

Nesse domingo, Corinthians e Palmeiras se enfrentam pelo Brasileirão, em 33 Derbys Paulista pelo Nacional, há um equilíbrio, o Timão venceu 10 vezes e marcou 31 vezes, já o Verdão venceu 11 vezes e marcou 41 gols.

No 1º encontro entre as 2 equipes, vitória Palestrina, 3×0, com 3 gols de Caetano. Esse jogo aconteceu no ano de 1917.

Em 1933, aconteceu a maior goleada na história do clássico, 8×0 para o ainda Palestra Itália. Com 4 gols de Romeu Pellicciari, 3 de Imparato e 1 de Gabardo, o Verdão aplicou a maior goleada da hístória do Derby Paulista. A goleada só não foi maior, porque o goleiro do Corinthians na época, Onça, fez ainda, 3 defesas milagrosas. Depois do jogo, Alfredo Schurig, presidente do Corinthians na época, renunciou ao cargo.

Em 1954, o Timão precisava de apenas um empate para se consagrar Campeão Paulista daquele ano com uma rodada de antecedência e o adversário era justamente o Palmeiras, que tinha que vencer o jogo, e torcer por um tropeço corinthiano na última rodada, mas o jogo acabou 1×1, com o Timão marcando com Luizinho e Nei fazendo o gol palmeirense. Com o empate, o Timão se sagrou campeão, no ano do 4º centenário da cidade de São Paulo.

O ano era 1971 e aquela partida seria conhecida como a virada histórica. O Palmeiras abriu 2×0, com 2 gols de César Maluco, mas no 2º o Corinthians empatou, depois do gol de Leivinha, Tião novamente empatou a partida para o Timão e, aos 43 minutos, Mirandinha faria o gol que daria a virada histórica ao Timão, com certeza um dos maiores jogos do Derby.

Veja como foi o jogão:

Vamos agora para 1974, decisão do Paulista daquele ano, o corinthiano tinha a certeza de que o time sairia da incomoda fila de 20 anos sem título, de quebra, tirar o título do maior rival, por isso, a fiel torcida corinthiana lotou o Morumbi, mais de 120.000 pessoas no estádio, a maioria esmagadora de corinthianos. Mas isso não foi o suficiente para bater a Academia Verde, 1×0, com gol de Ronaldo, que até hoje vive na memória do palmeirense mais velho. Ronaldo, o homem que calou o Morumbi.

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