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	<title>Literatura &#8211; Cachorro Solitário</title>
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	<description>Contos e crônicas</description>
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	<title>Literatura &#8211; Cachorro Solitário</title>
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		<title>Arquitetura da Dissonância: O Código de Guaianases</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA["Ana Viana e Ricardo Borges. Ana, com seus 1,60 m de pura teimosia e um cabelo encaracolado que parecia ter vida própria, desenhava diagramas de estruturas modulares no verso de um folheto sobre direção defensiva já que não podia usar sua mochila de desenho durante a aula. Ela era estudante de arquitetura e corinthiana, deixando isso claro ao usar um patch do time do futebol na jaqueta – o que explica muito de sua resiliência natural a tragédias e superação."]]></description>
		
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		<title>São Paulo, 2051</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[brasilpunk]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[distopia climática]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo futurista]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma São Paulo sufocada pelo calor, pela fumaça e pelo colapso climático gradual, Miguel e Caio sobrevivem em um apartamento adaptado na base da gambiarra: água racionada, energia pirata, plantas morrendo em garrafas PET e um ventilador que gira como se estivesse cansado de existir.

Enquanto o governo insiste que o “Evento Climático Crítico” está sob controle, o relacionamento dos dois se desgasta silenciosamente após nove anos juntos. Sem traição, sem violência, sem grandes explosões emocionais — apenas a exaustão produzida pela sobrevivência contínua.

Entre sirenes climáticas, drones sanitários e banhos refrigerados compartilhados como luxo raro, “Horário de Racionamento” é um conto brasilpunk melancólico sobre intimidade, desgaste afetivo e o lento abandono do futuro.]]></description>
		
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		<title>Final da série</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 02:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[conto brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura contemporânea]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[separação de casal]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas semanas antes da mudança, Marcelo e Clara continuam dividindo o mesmo apartamento, o mesmo sofá e os mesmos silêncios. Sem brigas, sem traição, sem explosões dramáticas — apenas o desgaste lento de um amor que já não consegue mais sustentar o futuro.

Enquanto caixas se acumulam na sala e objetos começam a parecer provisórios, os dois tentam sobreviver aos últimos pequenos rituais da intimidade: um filme no cinema, pratos lavados automaticamente, café acabado, episódios de uma série que talvez nunca terminem.

Entre luzes de televisão, garoa paulistana e o zumbido cansado da geladeira, “Final da Série” é um conto sobre o luto silencioso das relações que acabam sem ódio, sobre os fantasmas deixados nos objetos e sobre as delicadezas que sobrevivem mesmo depois do amor.]]></description>
		
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		<title>Apartamento 63</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Apartamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura]]></category>
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					<description><![CDATA[Após um despejo traumático, Marcelo deixa para trás mais do que móveis e dívidas em um pequeno apartamento de São Paulo. Quando novos moradores se mudam para o local, começam a ouvir passos no corredor, o som de gelo sendo retirado da geladeira durante a madrugada e a ver um vulto fumando na sacada, deitado em uma velha rede. Aos poucos, percebem que talvez algumas pessoas não consigam ir embora completamente — porque certos lugares aprendem a sentir saudade.]]></description>
		
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		<title>Maldade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
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					<description><![CDATA[No instante em que descia a escada, sentiu seu corpo pender para frente, não havia onde se segurar…]]></description>
		
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		<title>Falta 1 mês.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relacionamento de quase dez anos chega ao fim, mas não de repente: os dois escolhem treze meses para se despedir, agora falta só um. Entre recaídas, silêncios e memórias, a história revela a delicadeza de amar mesmo sabendo que o fim já está marcado.]]></description>
		
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		<title>O Homem Que Colecionava Fins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 18:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[conto dramático]]></category>
		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[luto emocional]]></category>
		<category><![CDATA[melancolia urbana]]></category>
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		<category><![CDATA[saudade]]></category>
		<category><![CDATA[São Bernardo do Campo]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[Após decidir parar de fumar, Marcelo guarda a última bituca de cigarro como símbolo do fim de uma versão de si mesmo. Aos poucos, sua casa se transforma em um mausoléu emocional, cheio de objetos, mensagens e pequenas relíquias de amores, despedidas e futuros que nunca aconteceram. Entre paredes pintadas com esperança, janelas carregadas de memória e silêncios domésticos, ele percebe que não estava preservando lembranças — estava tentando impedir o luto. Em uma madrugada chuvosa, cercado por caixas de memórias mortas, Marcelo finalmente entende que sente saudade não apenas de alguém, mas do homem que ele era dentro daquela casa. Um conto melancólico e intimista sobre amor, memória, perda e a difícil arte de deixar o vento entrar novamente.]]></description>
		
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		<title>Quando o sertão engoliu o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[Fim]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[— Oxente… — murmurou. O primeiro sinal foi o silêncio das cigarras. Aqui no sertão, silêncio demais nunca é coisa boa. O mundo pode rachar, faltar água, morrer gado, cair governo, mas sempre sobra uma cigarra cantando na quentura da tarde, como se o sol fosse eterno. Quando elas calaram, seu Antero levantou os olhos ... <a title="Quando o sertão engoliu o mundo" class="read-more" href="https://www.cachorrosolitario.com.br/blog/2026/05/01/quando-o-sertao-engoliu-o-mundo/" aria-label="Read more about Quando o sertão engoliu o mundo">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Aquele-Que-Escuta o Tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele não sabia que carregava o futuro no peito — apenas sentia o peso. Na aldeia cercada por mata fechada e rios que falavam baixo à noite, diziam que aquele homem tinha um olhar atravessado pelo tempo. Não era velho, mas também não era jovem. Havia nele um tipo de silêncio que não se aprende: ... <a title="Aquele-Que-Escuta o Tempo" class="read-more" href="https://www.cachorrosolitario.com.br/blog/2026/04/29/aquele-que-escuta-o-tempo/" aria-label="Read more about Aquele-Que-Escuta o Tempo">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Como Derrotar um Mala Sem Precisar Virar um Também</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem gente que acorda e já toma um café amargo de ranço, pronto para espalhar negatividade. Mas você não precisa entrar no jogo deles! Com um pouco de sagacidade, dá para desarmar qualquer pessoa maldosa sem perder a calma – e ainda sair por cima com classe. Aqui estão 10 frases certeiras para se defender ... <a title="Como Derrotar um Mala Sem Precisar Virar um Também" class="read-more" href="https://www.cachorrosolitario.com.br/blog/2026/03/18/como-derrotar-um-mala-sem-precisar-virar-um-tambem/" aria-label="Read more about Como Derrotar um Mala Sem Precisar Virar um Também">Ler mais</a>]]></description>
		
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