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	<title>Diogoverso &#8211; Cachorro Solitário</title>
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	<description>Contos e crônicas</description>
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	<title>Diogoverso &#8211; Cachorro Solitário</title>
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		<title>O Santo e o Canalha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[— Você sabe que estava certo.

— Claro, eu sei.

— Mas conseguiu transformar razão em arrogância.

— Só falei a real.

— Nem toda verdade precisa entrar numa sala usando coturnos.

— Aprendi com ela.]]></description>
		
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		<title>A Última Semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é exatamente um conto sobre um fim de relacionamento. É um conto sobre a morte silenciosa de uma linha do tempo inteira.]]></description>
		
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		<title>Final da série</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 02:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[conto brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[horror emocional]]></category>
		<category><![CDATA[literatura contemporânea]]></category>
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		<category><![CDATA[realismo psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[separação de casal]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas semanas antes da mudança, Marcelo e Clara continuam dividindo o mesmo apartamento, o mesmo sofá e os mesmos silêncios. Sem brigas, sem traição, sem explosões dramáticas — apenas o desgaste lento de um amor que já não consegue mais sustentar o futuro.

Enquanto caixas se acumulam na sala e objetos começam a parecer provisórios, os dois tentam sobreviver aos últimos pequenos rituais da intimidade: um filme no cinema, pratos lavados automaticamente, café acabado, episódios de uma série que talvez nunca terminem.

Entre luzes de televisão, garoa paulistana e o zumbido cansado da geladeira, “Final da Série” é um conto sobre o luto silencioso das relações que acabam sem ódio, sobre os fantasmas deixados nos objetos e sobre as delicadezas que sobrevivem mesmo depois do amor.]]></description>
		
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		<title>Falta 1 mês.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relacionamento de quase dez anos chega ao fim, mas não de repente: os dois escolhem treze meses para se despedir, agora falta só um. Entre recaídas, silêncios e memórias, a história revela a delicadeza de amar mesmo sabendo que o fim já está marcado.]]></description>
		
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		<title>O Homem Que Colecionava Fins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 18:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[conto dramático]]></category>
		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[luto emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[Após decidir parar de fumar, Marcelo guarda a última bituca de cigarro como símbolo do fim de uma versão de si mesmo. Aos poucos, sua casa se transforma em um mausoléu emocional, cheio de objetos, mensagens e pequenas relíquias de amores, despedidas e futuros que nunca aconteceram. Entre paredes pintadas com esperança, janelas carregadas de memória e silêncios domésticos, ele percebe que não estava preservando lembranças — estava tentando impedir o luto. Em uma madrugada chuvosa, cercado por caixas de memórias mortas, Marcelo finalmente entende que sente saudade não apenas de alguém, mas do homem que ele era dentro daquela casa. Um conto melancólico e intimista sobre amor, memória, perda e a difícil arte de deixar o vento entrar novamente.]]></description>
		
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		<title>Quando o sertão engoliu o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[Fim]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[— Oxente… — murmurou. O primeiro sinal foi o silêncio das cigarras. Aqui no sertão, silêncio demais nunca é coisa boa. O mundo pode rachar, faltar água, morrer gado, cair governo, mas sempre sobra uma cigarra cantando na quentura da tarde, como se o sol fosse eterno. Quando elas calaram, seu Antero levantou os olhos [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Aquele-Que-Escuta o Tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Diogoverso]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele não sabia que carregava o {{burnout}} no peito — apenas sentia o peso. Na aldeia cercada por mata fechada e rios que falavam baixo à noite, diziam que aquele homem tinha um olhar atravessado pelo tempo. Não era velho, mas também não era jovem. Havia nele um tipo de silêncio que não se aprende: [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Cangaceiros v Reptilianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 20:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[cangaceiros]]></category>
		<category><![CDATA[nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[reptilianos]]></category>
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					<description><![CDATA[Já num basta os macaco, agora me aparece esses calango. Lampião No sertão nordestino, em Lage do Cabogi, a vida era marcada pela resistência de um grupo de cangaceiros liderado por Lampião, enfrentando tanto coronéis opressores quanto forças policiais corruptas. No entanto, uma nova ameaça emergia das profundezas da Terra: os Calangos, criaturas reptilianas, surgiram [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Universo V</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 01:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Praça dos Sonhos. {{burnout}} estava sentado na Praça dos Sonhos, o lugar onde sempre encontrou refúgio para suas reflexões e batalhas internas. O dia estava nublado, e o som das folhas balançando ao vento proporcionava uma paz temporária em meio ao turbilhão de pensamentos. Hoje, porém, ele estava ali para uma conversa que sabia [&#8230;]]]></description>
		
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