Sobre o Barcos, o que eu acho:

Sobre o Barcos, o que eu acho, por Rodrigo Wenzel

1

É um grande jogador, tem o faro do gol e se não fosse ele e o Assunção o Palmeiras tinha sido rebaixado antes do que foi. Não é ídolo, tinha potencial para ser, mas não é.

2

Estava de muito “mimimi” desde o ano passado, nunca disse que ficava, sempre falando que só saia se viesse uma proposta boa para o Palmeiras, que não queria jogar série B, que se jogasse a série B não ia para a seleção argentina, sendo que ele só foi convocado para a seleção argentina porque jogou no Palmeiras e, se não fosse isso, ele jogaria pela seleção do Equador, pois estava em processo de naturalização e desistiu por causa dessa convocação. Ele não queria ficar.

3

O Palmeiras não tem dinheiro, está quebrado, frutos das gestões de Belluzzo e Tirone. O Belluzzo, porque gastou mais do que podia para formar um bom time e o Tirone conseguiu piorar a situação gastando mais do que devia para formar um time que caiu para série B e queria fechar o caixão com a contratação de Riquelme, ainda bem que ele não veio.

4

O Palmeiras não tinha dinheiro para pagar e manter o Barcos, não queria que ele saísse, mas foi necessário. A situação financeira do Palmeiras é complicada, a gente não se pode dar ao luxo de querer ter craques agora: é melhor 4 jogadores bons do que 1 ótimo no momento.

O foco é voltar para a série A e não Libertadores ou títulos. Antes de se ter o ótimo, temos que ter o bom e antes de ter o bom temos que ver o que é possível no momento. O trabalho do Nobre e do Brunoro é tirar o melhor possível no momento atual.

5

O dinheiro recebido vai ajudar a quitar algumas dívidas do clube, desafogando, espero que paguem os salários atrasados do Henrique, se realmente estiverem atrasados, que é o maior nome do time no momento.

6

A ideia da troca em si não é ruim, o Palmeiras precisa de elenco, perdemos muitas peças e não temos reposição.

Nos últimos dias, a diretoria trouxe 6 reforços e tem mais 4 para chegar do Grêmio, totalizando 10, nisso, perdemos Luan e Barcos. Ou seja, teremos 8 jogadores novos. Sinceramente, nunca vi nenhum deles em campo, não sei se são bons ou ruins.

7

O que foi ruim na minha opinião foi o jeito que foi feito, fecharam o negócio sem fechar o que seria recebido. E poderiam vir mais jogadores em definitivo, não todos por empréstimo.

8

Jogadores vem e vão, o amor pelo Palmeiras fica, torço para o Palmeiras, não por jogadores. Hoje, torço muito para o Márcio Gente Boa e nada para o Barcos.

Por Rodrigo Wenzel

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Corinthians – O Podcast Especial

Timão

1º de setembro.

(Obs.: O link para o podcast está no final do post)

Para aqueles que fazem parte da nação que se autointitula “bando de loucos” não é preciso dizer mais do que o que já está dito nas entrelinhas históricas da data escrita acima, mas não vou falar especificamente do Corinthians, mas do podcast Cadeia de Eventos que, na sua edição de nº 21 (denominada simplesmente “Corinthians”), traçou um panorama da história do time paulista.

Começando pela trilha sonora.

Uma das coisas que mais me chama a atenção no Cadeia de Eventos é o cuidado que se tem com as músicas que são utilizadas como fundo ou que funcionam como uma espécie de marco divisório entre um bloco e outro do programa.

A trilha parece ser escolhida para dizer em “versão musical” o que é dito em “prosa” pelos participantes, o que mostra também o cuidado que se tem com a edição, encaixando-se tudo de forma harmoniosa.

Nesta edição não poderia ser diferente: temos gratas surpresas, a começar por uma versão inesperada do Hino do Corinthians em inglês. Mesmo sabendo que o nome foi inspirado num time da Inglaterra; “Corinthians” é tão nosso, tão do Brasil e desse bando de loucos que, ainda assim, ouvir o hino em inglês é surpreendente.

Ao longo do programa ouvimos vários estilos musicais que se unem pelo tema comum “Corinthians”, passando por músicas que nos remontam aos primórdios da história do clube e por “sons” mais atuais como os sambas da Gaviões da Fiel e o hip hop de Rapping Hood e Negra Li.

Formato 

O formato do programa é muito próximo ao que poderíamos chamar de “contação”: narrando-nos desde o nascimento do clube numa rua do velho bairro do Bom Retiro até as conquistas de títulos mais recentes como o Mundial de Clubes da FIFA.

Não sei se a comparação será adequada, mas é como se estivéssemos ouvindo as antigas narrações radiofônicas de novelas ou mesmo de leitura de livros e contos como Orson Welles fazia, numa espécie de “contação” da verdade num formato de ficção, acrescentando um “quê” de lenda à história do Corinthians e, como nas antigas narrações de rádio, o que ouvimos serve-nos como uma fonte de informação e entretenimento, pois mesmo os “não corinthianos” tiram proveito do programa que traça um paralelo entre a história do Corinthians e a história de São Paulo e do Brasil à época dos fatos narrados.

Todos os fatos expostos são fundamentados e extraídos de estudos e pesquisas de historiadores (corinthianos, mas ainda assim, historiadores).

Por exemplo, a Democracia Corinthiana que – a parte a história interna do clube – foi o posicionamento dos atletas contra a ditadura, funcionando como protesto e campanha pela volta da democracia, não só aos campos de futebol, mas ao país como um todo.

Mesmo não decorando nomes e datas (afinal, a “História do Time do Povo” não cai no vestibular) para os corinthianos saber a história do clube vai de encontro aos fatos marcantes na história política do país como o título que coincidiu com a Revolta Tenentista ou com a já citada Democracia Corinthiana em plena ditadura militar.

O que pode incomodar um pouco é que em alguns momentos da gravação, a voz do nosso “narrador” fica um pouco mais baixa do que o que seria o ideal para nossa apreciação, talvez por ser uma voz grave ou pela qualidade da gravação, nesses momentos, nosso entendimento do que é dito fica um pouco mais difícil, mas até isso acaba somando-se como diferencial, pois, se unindo a trilha sonora, esse deslize da edição e/ou gravação, parece contribuir para criar um clima que se associa ao que é narrado criando uma atmosfera de “rádio de época”.

Outro detalhe que torna a audição deste podcast interessante é que em certa altura ouvimos algo como se alguém estivesse procurando sintonizar uma estação de rádio, então nos é apresentado um depoimento de um historiador e, quando este acaba, volta a ser sintonizada na voz grave do nosso narrador, remetendo-nos mais uma vez ao “clima” de rádio.

Fazem parte do programa a narração de gols feitos em decisões importantes, acionando nossa memória afetiva de fatos passados, a história de ídolos e presidentes que passaram pelo clube e deixaram a sua marca, nos é contado de onde vem os “símbolos” e epítetos que hoje em dia associamos tão naturalmente ao clube como a figura do mosqueteiro e a alcunha que está na letra do hino “Campeão dos campeões” ou o famoso “Todo Poderoso Timão”.

Craques

Ficamos conhecendo também os ídolos dos primeiros anos de vida do “time do povo”, os principais títulos conquistados (e perdidos), o jejum etc., chegando até jogadores (às vezes, tornados mártires ou bodes expiatórios desta torcida apaixonada) como Rivelino, Sócrates, Neto, Tupãzinho, Marcelinho Carioca, Ronaldo e outros.

O Cadeia de Eventos nº 21 – Corinthians foi gravado em 2010 como parte das homenagens ao centenário de fundação do time.

Ainda assim, para quem quiser se aprofundar na história do “Timão”, este programa é um ótimo começo de jornada, pois abrange os principais fatos e polêmicas, nos relembra ídolos e presidentes que contribuíram para tornar o que o time é hoje.

Fica a sugestão para um próximo podcast: que tal contar a história do clube, mas pelos olhos de quem está na arquibancada, recolhendo impressões e emoções dos “fieis sofredores”?

Há muitos “causos” a serem contados que estão só esperando que paremos um instante dessa vida agitada para voltar nossos ouvidos ao passado.

Não pensem que o clima é de saudosismo. É, antes, um clima de celebração e reverência ao Todo Poderoso Timão que conquistou muito em seu passado, mas que, com o apoio da torcida, continua conquistando títulos e corações para o seu séquito de “bando de loucos”.

Então, ouçam, aprendam e divirtam-se!

Corinthians – Cadeia de Eventos 21

Podcast Especial Corinthians

Clique aqui e vá para a página do podcast sobre o Timão. Vai Corinthians, campeão!

Especial Corinthians, por Sara Santos

CBF x Globo

CBF x Globo - despedida Ronaldo

por Paulo Henrique Faci

Que vergonha alheia que esse ridículo Galvão Bueno é capaz de provocar. Que locutor medíocre, hipócrita e alienado que esse senhor é.

Também, o que esperar de um canal de TV como a Globo, seu locutor só podia ser a extensão deste pensamento manipulador, ignorante e afetadamente nacionalista. Pior é o Ronaldo, que se presta a esta “homenagem” neste canal de TV e a CBF corrupta, manchando toda uma carreira!!

Esse locutor medíocre e seu sensacionalismo patético sobre amor e lágrima de um povo pelo Ronaldo, devia usar e ter vergonha na cara para esclarecer a podridão do esporte brasileiro:

1-

Cadê a geração olímpica, os massivos investimentos na educação para criar uma geração de atletas. Em 2016, seremos um país incompetente rezando por medalhas no vôlei e no futebol e achando que é isso mesmo.

2-

Porque não denuncia os bilhões de dinheiro público, de nossos impostos, que vão financiar uma COPA do Mundo que vai gerar dividendos apenas para FIFA, a CBF, as empreiteiras e para TV Globo, e nós bancando esse bando de vagabundos e achando tudo bonito.

3-

Porque esse senhor não usa sua imagem pra denunciar a vergonha dos casos de doping nos esportes brasileiros como atletismo, natação, ciclismo, halterofilismo. É assim que vamos ter um país olímpico com crianças praticando esportes nas escolas… e ainda sou obrigado a ver um monte de brasileiros imbecis pagando R$ 300,00 ou com suas TV’s em casa, pra ver uma despedida ralé e escutar as manipulações da Rede Globo!!!! Por isso somos e sempre seremos terceiro mundo, porque boa parte deste povo faz o favor de ter preguiça pra pensar e questionar, aceita tudo feito marionete e se vende por um copo de pinga e um jogo da seleção!!!

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Copa do Mundo de 1998

França Campeã Copa do Mundo 1998

A primeira Copa do Mundo que eu me lembro foi a Copa na França em 1998, eu tinha 7 anos e certamente não me lembro de todos os jogos, (pois naquela idade eu ainda não ligava tanto para futebol, preferia vídeo game), mas alguns jogos ficaram na memória e também um ídolo no futebol, que na época eu detestava, e que hoje, na minha opinião, foi o melhor jogador que eu vi jogar: Zinedine Zidane.

Mascote Copa 1998O primeiro jogo daquela Copa que eu tenho na memória foi justamente o jogo de abertura da Copa naquele ano.

Brasil, atual campeão, enfrentaria a Escócia, e esse jogo eu assisti junto ao meu pai, o 1º gol da partida foi marcado pelo ex-volante e atual dirigente, César Sampaio (como jogava!), de cabeça, logo no começo, mas depois a Escócia empatou de pênalti.

O gol seguinte eu guardaria na memória, pois quem marcaria o gol seria o meu jogador preferido da Seleção, Cafu. Tudo bem, o gol foi contra, do defensor Tom Boyd, mas pra mim na época o gol foi do Cafu, e eu não entendia, na época, porque não deram o gol pra ele, eu era fã (e ainda sou) do Cafu, e esse gol ficou na minha memória como sendo gol do Cafu, pois eu gostava tanto do Cafu que não queria saber se foi contra ou não, ele saiu comemorando, deu cambalhota, pra mim tinha sido dele.

Tanto é que, agora, quando eu fui pesquisar pra ver o gol, fiquei surpreso que não foi do Cafu, foi aí que eu lembrei que tinha sido contra. Acontece.

Pôster Copa 1998Eu lembro também do jogo contra o Chile, na verdade, eu lembro que o Brasil jogou com o Chile, não lembro nada do jogo, hoje eu sei que foi 4×1 para o Brasil, 2 gols de César Sampaio e 2 gols do corintiano Ronaldo.

Naquele dia, eu estava mais preocupado em brincar com meus primos (que estavam lá, pois meus tios foram em casa ver o jogo), passar de fase no jogo do Toy Story pra SNES e deixar meus primos assistindo minhas tentativas frustradas.

Mas isso não vem ao caso.

O que vem ao caso é a final daquela Copa, na véspera da final o craque da Seleção Brasileira e considerado o principal jogador, Ronaldo, sofreu uma convulsão que até hoje gera polêmica, com isso Zagallo teria escalado o animal Edmundo para jogar em seu lugar, só que na hora do jogo, quem entrou em campo foi ele mesmo, Ronaldo, e o Brasil estaria pronto para enfrentar a França, ou não.

Logo no começo do jogo, Zidane já mostrava o seu talento fazendo jogadas com habilidade e tranquilidade que ele tinha de sobra.

O Brasil até tentou criar algumas chances obrigando o bom goleiro Barthez a fazer belas defesas, porém, após uma graça de Roberto Carlos que originou o escanteio francês, Zidane marcava de cabeça.

Após isso, já poderiam dar o título para a França, pois o que se viu após isso, foi uma Seleção Brasileira desesperada e intranquila, e antes do juiz apitar o final do primeiro tempo, a França faria outro gol, novamente de um cruzamento de escanteio, novamente de cabeça, novamente de Zidane. Um replay do 1º gol, só que do outro lado.

No segundo tempo, o Brasil continuou apático, quando conseguia algo ou parava nas mãos de Barthez ou na trave.

Um lance que me chamou a atenção, foi quando um jogador francês estava caído, Rivaldo colocou a bola fora e Edmundo deu piti, ele virou um animal de tanto que xingou o companheiro de equipe.

E, no final do jogo, ainda deu tempo da França marcar o 3º com Petit, e matar de vez o jogo e dar o título inédito para a equipe francesa.

Muito se falou depois que essa final foi armada, assim como a nova derrota para a França em 2006, mas eu não acredito nisso. Acredito que a França foi muito superior e o Brasil entrou de salto alto, temos que reconhecer a superioridade francesa na partida.

Abraço!

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Corinthians, 1964

Corinthians, 1964 - por Darci Men

História de corinthiano

Meu amigo Scooby pediu-me para contar uma história de corinthiano. Fiquei me perguntando: “Acho que ele não me conhece bem! Eu, um palmeirense, contar história de corinthiano?”

Mas, pensando bem, acho que ele me conhece melhor do que imagino, ele sabe que eu sou um pobre palmeirense, rodeado de corinthianos por todos os lados: minha mulher, meus filhos, meus sogros, meus cachorros, gatos e até a tartaruginha é corinthiana.

Dia desses fui dar-lhe uma verdura bem verdinha (linda mesmo) e a danada recusou, logo em seguida a vi saboreando um pedaço de maçã que encontrou pelo chão, já “preta e branca” de tanta sujeira. Ai de mim, sacanagem não acha?

Portanto, história de corinthiano é o que não falta para mim e vou contar uma bem antiga, de quase meio século.

Meu sogro Pepe, além de gostar muito de pescaria, era um corinthiano roxo.

Na década de 60 o grande rival do Corinthians não era o Palmeiras, mas o Santos, do Rei Pelé e, em 20.9.1964 estava programado um clássico alvinegro, na Vila Belmiro, e o Pepe resolveu que não iria perdê-lo por nada.

Darci-carroPegou seu V-8, um Pontiac preto 1951, a mulher, as duas filhas e o Luis (na época era namorado da Magdalena, que mais tarde viria a ser minha cunhada predileta) e lá se foram pela famosa Estrada Velha de Santos.

Se tem uma coisa que admiro em corinthiano é a persistência.

Naquele dia o calor estava infernal, a velha e famosa Estrada Velha de Santos, toda congestionada, mas o Pepe chegou lá e logo percebeu que o problema era mais embaixo, ou em cima, não sei, pois o local estava tão lotado, que mal dava para se mexer, tinha mais corinthiano que chuchu na cerca e o velho estádio da Vila Belmiro recebia um recorde de público: quase 33 mil pagantes.

Ele deixou as mulheres no carro e, acompanhado do Luis, conseguiu entrar no estádio. Nem bem começou a partida, e a super lotação do estádio teve sua consequência: parte da arquibancada caiu, ferindo mais de 180 pessoas (felizmente ninguém morreu).

Corinthians, 1964Gritos, correria, entra e sai de ambulâncias e nada dos dois aparecerem, até que a dupla de espanhóis surgiu no meio da multidão, assustados, mas ilesos e o Pepe reclamando em seu sotaque castelhano:

— Mala Letche, no consegui nem ver la pelota rolar.

Nem preciso dizer que a partida foi suspensa e remarcada para o dia 30.9.64, no Pacaembu, e acabou ficando em um mísero empate de 1×1, gols de Flávio para o “Timão” e Pelé para o Santos.

O curioso nessa partida é que o “Rei” conseguiu perder um pênalti, que foi defendido pelo goleiro corinthiano Heitor.

Relatado por Darci Men e baseado em fatos reais.

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Placar humano

Placar Humano - Cachorro Solitário

A coordenação é fantástica. Apenas um povo organizado como os esses sul-coreanos pra conseguir criar algo assim!

É um espetáculo muito bonito de se ver. Realmente impressionante.

Coreia do Sul:

Mesmo que seja for um viral, o que é provável, o vídeo é muito bem executado, e é claro que as coreografias são bem preparadas.

Se alguém souber que time é esse, deixe um comentário! E se você gostou ou não gostou, também. : )

Abraço!

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Fut Dog 4 – Brasil x Argentina

Fut Dog

Confesso que quando o assunto são seleções nacionais, não sou tão fanático quanto quando meu time joga, mas Brasil x Argentina sempre é uma expectativa de um grande jogo, pois estão em campo, duas das melhores seleções do mundo.

Brasil x Argentina

Brasil x Argentina

Esse jogo é tão diferente, que só o jogo em si não é o suficiente para comparações, afinal, sempre fica a pergunta: “Quem foi melhor? Pelé ou Maradona?”, claro que essa pergunta nunca vai ser respondida.

Já que falamos no Rei, vai aí um gol feio que ele marcou em cima “de los hermanos” :

Como todo clássico histórico é cheio de polêmicas, esse não foge a regra, não faltaram polêmicas, pontapés, bordoadas e água batiza.

Em 1978, os 2 times se enfrentaram em Rosário, e a Copa daquele ano foi cheia de polêmicas, o jogo em si foi x0x0, mas depois, o Brasil ganhou da Polônia, e a Argentina precisaria fazer 4 gols para se classificar, e não deu outra, 6×0 em cima do Peru. Até hoje a história é contada, muitos dizem que ofereceram mala preta para os jogadores peruanos. A conquista da Copa serviu para amenizar a dor do argentino, que vivia na época sua ditadura.

Em 1990, foi a vez da água batizada, o massagista argentino deu água batizada para os jogadores brasileiros, e o jogador Branco ficou visivelmente tonto durante o jogo, bom, na minha opinião, ele já tava tonto ao aceitar uma água de um argentino, não se aceita bala de estranhos, imagine então água de argentino.

Vai o vídeo do Maradona confessando que deram água batizada para o Branco:

Agora o vídeo do jogo:

Em 2004, Copa América, o gol de empate do Brasil no final foi irregular, mas foi um dos jogos mais emocionantes em seus minutos finais:

Em 2005 nossos fregueses do século 21 perderam novamente, dessa vez na Copa das Confederações. Resultado: 4×1 Brasil.

Segue o vídeo e uma observação, parece que o narrador não gostava muito da Argentina, mas afinal, quem gosta?

Nosso último triunfo em cima deles, foi em 2007 na Copa América da Venezuela, o Brasil com sua seleção X, conseguiu vencer eles por 3×0, e eles estavam completos, Riquelme, Messi & CIA, mas não deu, dá-lhe Brasil!

O último jogo foi x0x0, válido pelas Eliminatórias. Eu espero que esse jogo do returno seja bem melhor do que foi o último, pois em um clássico desse porte, tem que ter todos os ingredientes possíveis.

UPDATE:

HAHAHAHAHA!! CHUPAAAAAAAAAAAAA ARGENTINA!!!

Ver a cara do Maradona não tem preço, vai ter que cheirar muito pra esquecer essa derrota hein?

Se eles ficarem fora, eu vou dar muita risada…

… Veja os gols do jogo:

Fut Dog 3 – O Fim de Semana no Esporte

Fut Dog

O Fim de Semana começou com um acidente no mundo do Esporte, uma peça solta do carro de Rubinho Barrichelo acertou o capacete do Felipe Massa. O piloto foi parar no hospital e ficou em coma induzido e teve que ser submetido a uma cirurgia. O piloto passa bem, mas eu vi uma notícia que isso afetou a visão de Felipe, e que ele poderia ter a carreira precocemente encerrada. Eu espero que isso não aconteça, pois sem o Felipe, o Brasil seria muito mal representado na F1, um país que tem tradição no esporte, com nomes como: Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna.

Na corrida, vitória do inglês Lewis Hamilton.

http://www.themotorreport.com.au/

 

UPDATE: Acabou de sair na globo.com que Michael Schumacher vai substituir Felipe Massa na Ferrari. Eu particularmente era fã de Michael, e vê-lo novamente nas pistas vai ser demais, mesmo que seja por pouco tempo.


No Domingo a “nova” Seleção Brasileira de Vôlei conseguiu mais um título para essa Seleção de Sucesso, o Brasil agora é Octacampeão da Liga Mundial, provando que os novos talentos do Brasil podem dar grandes alegrias também para o povo brasileiro. O Brasil venceu a Sérvia por 3 a 2.

Agora vamos para o futebol.

São Paulo se reabilitou, Fluminense continua sem ganhar, Flamengo se reabilitou contra o time do Luxa, que arrumou confusão com um atleta de sua própria equipe, Leão demitido…

… tudo isso aconteceu na 14ª rodada do Brasileirão, mas o que realmente deu o que falar foi o clássico Corinthians x Palmeiras.

Como mostrei na semana passada, trata-se de um clássico histórico, e Obina escreveu seu nome na história do clássico com 3 gols, além de, se tornar mais eficiente que Keirrison, que não era muito de decidir os clássicos (excluindo o Santos). Obina definitivamente já caiu nas graças do torcedor palmeirense.

Se Ronaldo jogasse o clássico inteiro, o clássico seria diferente? Isso não saberemos, mas o fato é que ele pouco fez nos 20 minutos.

O Palmeiras, ainda de Jorginho, jogou muito, marcou, atacou,  acertou a trave, um time que deu gosto para a torcida. O Palmeiras com 3 volantes excelentes (Edmilson, Souza e Pierre), que souberam anular o ataque corinthiano. O Corinthians não jogou mal, mas o Palmeiras mereceu a vitória.

Depois do jogo, alguns jogadores do Corinthians reclamaram da arbitragem, confesso que não vi nada de anormal, e você? O que achou do Clássico?

Abraço…

… semana que vem eu volto…

… sucesso.

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